Ela tinha certeza que vira algo de estranho se movimentar na mata, não era um bicho qualquer, um bicho qualquer não deixaria os cachorros tão alvoraçados, e isso se somava aos porcos e cabras que haviam aparecido esquartejados nas noites anteriores.
Tentou achar o marido, mas periodicamente ele saia de casa a noite, ela nunca tinha se tocado que era sempre na época de lua nova. Isso lhe parecia ligeiramente estranho agora e ela resolveu ir ver por si mesma o que estava acontecendo.
Desceu até o porão e tirou a arma que seu marido usara na guerra. Era realmente engraçado como a tal guerra o havia mudado, ele era outra pessoa desde que voltara, agia de forma estranha e agora percebeu que saía nas noites de lua nova, isso sem falar nas vezes em que ela pensara ter ouvido um gemido de desespero vindo da floresta. Isso já não importava tanto, ao menos não nesse momento.
Adentrou a floresta com seu pastor alemão que parecia realmente assustado. Assustado demais para um cão que já estava acostumado a lidar com lobos, ursos e alguns felinos que apareciam para comer os animais da fazendo vez ou outra.
Ela viu um clarão mais ao fundo na floresta, um clarão vermelho, não parecia fogo. O cachorro entrou em frenesi, e em um desespero alucinante atacou a velha mulher, ela conseguiu atirar no animal a tempo e ficou alguns instantes analisando seu bicho de estimação. Nunca fora agressivo com os donos, e ela sentiu um frio na espinha, alguma coisa ali estava muito errada.
Andou em direção ao clarão, chegando no mesmo viu a cena grotesta. Um animal, não, uma coisa olhava para a pedra que parecia servir de altar á sua frente. Era, vermelha, e, olhando atentamente, parecia seu marido, mas estava sem pele em diversos locais, com músculos e ossos à mostra. Ela tentou se aproximar mais e viu seu marido amarrado na pedra-altar, parecia fraco, fraco demais para algém que acabara de comer galinha ao molho pardo.
A criatura aproximousse do rosto do marido e a boca dela cresceu, aumentou muito de tamanho e uma lingua comprida e pegajosa entrou goela a dentro do homem na pedra. O mesmos começou a murchar como se toda a gordura e água de seu corpo estivessem sendo sugados. Ela soltou um gritinho abafado rapidamente pelas suas mão e começou a correr na direção contrária a cena grotesca.
Em um certo momento da sua correria ela tropeçou e ao tentar se levantar sentiu a presença de algo atrás dela, sentiu uma baforada em seu ouvido e percebeu então o terror, ela logo estaria junto com seu marido.
Tentou achar o marido, mas periodicamente ele saia de casa a noite, ela nunca tinha se tocado que era sempre na época de lua nova. Isso lhe parecia ligeiramente estranho agora e ela resolveu ir ver por si mesma o que estava acontecendo.
Desceu até o porão e tirou a arma que seu marido usara na guerra. Era realmente engraçado como a tal guerra o havia mudado, ele era outra pessoa desde que voltara, agia de forma estranha e agora percebeu que saía nas noites de lua nova, isso sem falar nas vezes em que ela pensara ter ouvido um gemido de desespero vindo da floresta. Isso já não importava tanto, ao menos não nesse momento.
Adentrou a floresta com seu pastor alemão que parecia realmente assustado. Assustado demais para um cão que já estava acostumado a lidar com lobos, ursos e alguns felinos que apareciam para comer os animais da fazendo vez ou outra.
Ela viu um clarão mais ao fundo na floresta, um clarão vermelho, não parecia fogo. O cachorro entrou em frenesi, e em um desespero alucinante atacou a velha mulher, ela conseguiu atirar no animal a tempo e ficou alguns instantes analisando seu bicho de estimação. Nunca fora agressivo com os donos, e ela sentiu um frio na espinha, alguma coisa ali estava muito errada.
Andou em direção ao clarão, chegando no mesmo viu a cena grotesta. Um animal, não, uma coisa olhava para a pedra que parecia servir de altar á sua frente. Era, vermelha, e, olhando atentamente, parecia seu marido, mas estava sem pele em diversos locais, com músculos e ossos à mostra. Ela tentou se aproximar mais e viu seu marido amarrado na pedra-altar, parecia fraco, fraco demais para algém que acabara de comer galinha ao molho pardo.
A criatura aproximousse do rosto do marido e a boca dela cresceu, aumentou muito de tamanho e uma lingua comprida e pegajosa entrou goela a dentro do homem na pedra. O mesmos começou a murchar como se toda a gordura e água de seu corpo estivessem sendo sugados. Ela soltou um gritinho abafado rapidamente pelas suas mão e começou a correr na direção contrária a cena grotesca.
Em um certo momento da sua correria ela tropeçou e ao tentar se levantar sentiu a presença de algo atrás dela, sentiu uma baforada em seu ouvido e percebeu então o terror, ela logo estaria junto com seu marido.
Fim da transmissão
Bzzzzzzzzzzzzzzzzz
2 comentários:
Cara...em alguns pontos ele ficou meio confuso...talvez pela falta de revisão de texto =]
Mas ficou bem bacana e finalmente um final definido hauahuaauauha ou não o//
Rá, eu quase não entendo, mas gostei do final. E pra mim não foi final não, como é de costume. =)
Curti.
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